Quando o jogo acaba, a gente tem é que se retirar.
E agora que o jogo acabou - na verdade acabou faz algum tempo- sinto que passou da hora de pegar o nada que me restou e encontrar um novo lugar pra ficar.
Onde o nada, é a definição certa pros meus sentimentos, e o meu coração, que a muito tempo você já deixou parar de bater. Mas ainda o tem em suas mãos.
E eu me pergunto pra que?
Se ele não serve mais pra você, se você já não o quer mais, o que ainda faz com ele?
Enterre-o. Assim como se faz com tudo o que é morto.
E agora vou começar a tomar mais cuidado com tudo aquilo que eu sei que pode me destruir.
Principalmente com o que destroi aos poucos.
Mesmo sem meu coração, e mesmo que ele tenha parado de bater, eu ainda posso respirar.
E eu sei que vou viver durante um bom tempo, e vou lembrar.
E quando lembrar, vou me machucar. E assim, ser destruida aos poucos. Apenas com as lembranças.
Lembranças de um tempo bom. Lembranças de um tempo bom que acabou. E doi saber que o fim nem está tão perto o quanto parece.
Mas estou aqui. Estou tentando. Estou vivendo.
Continuando.
E a cada dia que passa, a cada dia que eu sinto que posso continuar, vem aquela nuvem.
Aquela nuvem que sempre estraga tudo.
Mas dessa vez, e em todas as proximas, eu não vou deixar cair mais nenhuma lagrima, mesmo que caia a pior das tempestades.
terça-feira, 29 de setembro de 2009
sábado, 26 de setembro de 2009
And all the smiles that are ever gonna haunt me.
Por tudo aquilo que já se foi, já passou, mas eu ainda insisto em pensar.
Por todas as vezes que chorei, e as vezes que tentei não me entregar. E por todas as outras que eu tentei te encontrar em outros sorrisos, sabendo que nenhum outro seria igual ao seu. Sabendo que seria uma busca em vão. E foi.
E por todas as coisas que procurei fazer, por todo o tempo que eu tentei me ocupar só pra não pensar em você, só pra não me torturar.
Mas de tudo o que eu fiz, de tudo o que eu tentei, de nada adiantou. Sempre me peguei pensando em ti, lendo suas cartas, ouvindo suas musicas, procurando por você em todos os lugares, em tudo o que foi seu, em tudo que me lembrasse você, que me fizesse te sentir por perto. Mesmo sabendo que seria apenas uma vaga lembrança de você. Sempre te esperando , mesmo sabendo que nunca chegaria. Que nem pensava em voltar, não mais queria.
E é estranho ver que em pouco tempo você se tornou tudo e de repente esse tudo se tranformou em nada.
E é deprimente saber que mesmo depois desse tempo todo, cabei vendo que você ainda ocupa aquele mesmo lugar, o seu lugar.
Até hoje eu procuro algo para preencher a falta que você me faz.
Mas acabei percebendo que você é a minha ferida, aquela que nunca vai cicatrizar. É o fantasma que nunca vai deixar de me assombrar. É o caos, que ao mesmo tempo consegue se transformar em minha paz.
E você está em todos aqueles sorrisos falsos que eu não canso de mostrar. O meu livro preferido, sendo que as paginais finais, e principais, estão todas rabiscadas. É a dor que parece que nunca vai passar.
E no final, tudo ainda diz seu nome, tudo ainda diz você.
"And all the things that you never ever told me, and all the smiles that are ever gonna haunt me.
And all the wounds that are ever gonna scar me. For all the ghosts that are never gonna catch me..."
-the ghost of you-
Por todas as vezes que chorei, e as vezes que tentei não me entregar. E por todas as outras que eu tentei te encontrar em outros sorrisos, sabendo que nenhum outro seria igual ao seu. Sabendo que seria uma busca em vão. E foi.
E por todas as coisas que procurei fazer, por todo o tempo que eu tentei me ocupar só pra não pensar em você, só pra não me torturar.
Mas de tudo o que eu fiz, de tudo o que eu tentei, de nada adiantou. Sempre me peguei pensando em ti, lendo suas cartas, ouvindo suas musicas, procurando por você em todos os lugares, em tudo o que foi seu, em tudo que me lembrasse você, que me fizesse te sentir por perto. Mesmo sabendo que seria apenas uma vaga lembrança de você. Sempre te esperando , mesmo sabendo que nunca chegaria. Que nem pensava em voltar, não mais queria.
E é estranho ver que em pouco tempo você se tornou tudo e de repente esse tudo se tranformou em nada.
E é deprimente saber que mesmo depois desse tempo todo, cabei vendo que você ainda ocupa aquele mesmo lugar, o seu lugar.
Até hoje eu procuro algo para preencher a falta que você me faz.
Mas acabei percebendo que você é a minha ferida, aquela que nunca vai cicatrizar. É o fantasma que nunca vai deixar de me assombrar. É o caos, que ao mesmo tempo consegue se transformar em minha paz.
E você está em todos aqueles sorrisos falsos que eu não canso de mostrar. O meu livro preferido, sendo que as paginais finais, e principais, estão todas rabiscadas. É a dor que parece que nunca vai passar.
E no final, tudo ainda diz seu nome, tudo ainda diz você.
"And all the things that you never ever told me, and all the smiles that are ever gonna haunt me.
And all the wounds that are ever gonna scar me. For all the ghosts that are never gonna catch me..."
-the ghost of you-
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
E ainda sobre o nada...
Sobre perder o nada. Sobre o tudo e o nada. Sobre esse jogo de ganhar e perder. Sobre essa historia sobre tudo e nada...
Acho que eu poderia dizer que perdi o lance do jogo onde eu tinha tudo e passei a ter nada.
Eu pulei esse capitulo. O capitulo onde eu ainda tinha tudo, e passava a ter nada.
Foi como ler o capitulo 10, onde eu ainda estava no jogo, ou ainda era um personagem importante nessa historia, e já ir para o capitulo 12 onde eu estava sozinha, com o meu nada, onde esse nada representa o total vazio.
E o capitulo 11. Dê que se tratava? De algo que eu fiz pra chegar ao capitulo 12? Ao chegar no nada?
Eu não sei. Eu nunca tive acesso ao capitulo 11. Talvez ele nem exista, ou talvez arrancaram ele do livro, apagaram ele da hístoria.
Mas eu ainda tento decifrar o capitulo 11. Eu fico me matando, tentando descobrir o que se tem no capitulo 11. O capitulo que divide o tudo e o nada. Um capitulo tão importante para o desenvolvimento dessa historia, que eu simplesmente desconheço.
E ainda sobre portas abertas ou fechadas, portas que existiram ou não.
E também sobre ir e vir. Ou simplesmente ir, sem realmente ir.
A porta esteve aberta o tempo todo...
A porta, na verdade nem existe.
O que esta esperando? Você sabe voar...
Se vai viver pra outra vida, eu fico aqui. Na vida que ficou em minha vida, tão perto de mim. Tão longe de mim.
Acho que eu poderia dizer que perdi o lance do jogo onde eu tinha tudo e passei a ter nada.
Eu pulei esse capitulo. O capitulo onde eu ainda tinha tudo, e passava a ter nada.
Foi como ler o capitulo 10, onde eu ainda estava no jogo, ou ainda era um personagem importante nessa historia, e já ir para o capitulo 12 onde eu estava sozinha, com o meu nada, onde esse nada representa o total vazio.
E o capitulo 11. Dê que se tratava? De algo que eu fiz pra chegar ao capitulo 12? Ao chegar no nada?
Eu não sei. Eu nunca tive acesso ao capitulo 11. Talvez ele nem exista, ou talvez arrancaram ele do livro, apagaram ele da hístoria.
Mas eu ainda tento decifrar o capitulo 11. Eu fico me matando, tentando descobrir o que se tem no capitulo 11. O capitulo que divide o tudo e o nada. Um capitulo tão importante para o desenvolvimento dessa historia, que eu simplesmente desconheço.
E ainda sobre portas abertas ou fechadas, portas que existiram ou não.
E também sobre ir e vir. Ou simplesmente ir, sem realmente ir.
A porta esteve aberta o tempo todo...
A porta, na verdade nem existe.
O que esta esperando? Você sabe voar...
Se vai viver pra outra vida, eu fico aqui. Na vida que ficou em minha vida, tão perto de mim. Tão longe de mim.
Você sabe voar de volta pra mim?
Quando o nada é o bastante.
Não que eu tenha tempo livre, mas sempre arrumo pelo menos um tempo pra desperdiçar pensando em nada.
Na verdade "nada" é uma palavra que sempre espera tradução, sendo que existem varios sentidos para o "nada".
As vezes, um simples "nada" pode significar o aposto "tudo"
Você poderá usar o "nada" para justificar aquilo que simplesmente não tem justificativa. Ou até mesmo para esconder sua real justificativa, de qualquer coisa.
Muitas vezes eu uso o "nada" para esconder, ocultar, e simplesmente não tratar daquilo que eu realmente sinto.
Certas vezes o nada é uma ocasião impossivel. Exemplo: é impossivel não sentir nada diante a uma situação. Como também é impossivel você não ter nada a dizer sobre tal assunto. Mas mesmo sendo impossivel, você diz que não sente nada. Você diz que não tem nada a dizer. Você mente.
O nada também pode estar ligado ao arrependimento. Quando você diz algo, e quer voltar atras, você usa o "nada", é inevitável.
Muitas vezes pode apresentar uma ideia muito vaga. Ou apresentar a ideia central que te leva a muitas respostas.
Para mim, nesse momento, o nada define tudo. Tudo o que eu venho tentando dizer ou escrever a algum tempo, e nunca chego a lugar algum.
Logo, tudo o que eu penso, o que eu falo, o que eu escrevo, para mim, representa o "nada", ou seja, "nada" é a situação onde me encontro.
E ultimamente ando pensando em nada, ou, na minha situação atual. O que engloba muitas coisas. Por exemplo agora eu poderia estar fazendo outras coisas muito mais importantes do que escrever sobre o nada.
Já nessa ocasião, o "nada" pode representar qualquer outra coisa. Algo que seja de fato importante, e você queira, no momento, não dar essa real importância afim de desfarçar. Ou também pode representar um simples nada.
Onde um simples nada, seria o vazio. Seria um espaço em branco em uma tela que deveria estar com todos os cantos e espaços possiveis coloridos. Seria um copo vazio, em uma filheira de copos cheios.
O "nada" também pode representar solidão.
E nesse emaranhado de ideias, e definições para o "nada", eu consegui chegar a um ponto, que fez bastante diferença: O "nada", sendo simplesmente o vazio, ou representando tudo, é algo que você possui. Sendo assim, em algum momento da sua vida você pode deixar de possuir.
Logo, que tem tudo, pode perder tudo, e que tem nada, ainda pode perder o nada.
Eu tinha o nada, que pra mim pode se encaixar na definição de tudo, e consegui perder esse nada.
Na verdade "nada" é uma palavra que sempre espera tradução, sendo que existem varios sentidos para o "nada".
As vezes, um simples "nada" pode significar o aposto "tudo"
Você poderá usar o "nada" para justificar aquilo que simplesmente não tem justificativa. Ou até mesmo para esconder sua real justificativa, de qualquer coisa.
Muitas vezes eu uso o "nada" para esconder, ocultar, e simplesmente não tratar daquilo que eu realmente sinto.
Certas vezes o nada é uma ocasião impossivel. Exemplo: é impossivel não sentir nada diante a uma situação. Como também é impossivel você não ter nada a dizer sobre tal assunto. Mas mesmo sendo impossivel, você diz que não sente nada. Você diz que não tem nada a dizer. Você mente.
O nada também pode estar ligado ao arrependimento. Quando você diz algo, e quer voltar atras, você usa o "nada", é inevitável.
Muitas vezes pode apresentar uma ideia muito vaga. Ou apresentar a ideia central que te leva a muitas respostas.
Para mim, nesse momento, o nada define tudo. Tudo o que eu venho tentando dizer ou escrever a algum tempo, e nunca chego a lugar algum.
Logo, tudo o que eu penso, o que eu falo, o que eu escrevo, para mim, representa o "nada", ou seja, "nada" é a situação onde me encontro.
E ultimamente ando pensando em nada, ou, na minha situação atual. O que engloba muitas coisas. Por exemplo agora eu poderia estar fazendo outras coisas muito mais importantes do que escrever sobre o nada.
Já nessa ocasião, o "nada" pode representar qualquer outra coisa. Algo que seja de fato importante, e você queira, no momento, não dar essa real importância afim de desfarçar. Ou também pode representar um simples nada.
Onde um simples nada, seria o vazio. Seria um espaço em branco em uma tela que deveria estar com todos os cantos e espaços possiveis coloridos. Seria um copo vazio, em uma filheira de copos cheios.
O "nada" também pode representar solidão.
E nesse emaranhado de ideias, e definições para o "nada", eu consegui chegar a um ponto, que fez bastante diferença: O "nada", sendo simplesmente o vazio, ou representando tudo, é algo que você possui. Sendo assim, em algum momento da sua vida você pode deixar de possuir.
Logo, que tem tudo, pode perder tudo, e que tem nada, ainda pode perder o nada.
Eu tinha o nada, que pra mim pode se encaixar na definição de tudo, e consegui perder esse nada.
domingo, 20 de setembro de 2009
A porta na verdade nem existe.
Você disse que me amava tanto, eu juro que ouvi. Mas não foi ontem. Já faz algum tempo.
E eu me pergunto se você realmente me amou o tanto quanto dizia, ou se você se enganava e me enganava.
Mas se você me amava mesmo, quando foi que você deixou de me amar? Eu contribui pra que isso acontecesse? Ou você simplesmente encontrou alguem melhor. Alguem que prometeu te amar mais do que eu te amo.
E se esse alguem não te amar tanto assim? E se ele te fizer sofrer como eu nunca fiz? Como eu nunca quis que você sofresse?
Eu vou querer matá-lo. Mas, quem sou eu?
Alguem que viveu por você. E morreu pra você.
E agora o que será de mim? O que eu faço agora com a minha vida genial? Será que um dia vou amar outro alguem da mesma forma que eu te amo? Me disseram que não, e eu sei que não vou.
O problema é que você sempre soube voar. E eu não posso te impedir de voar, nunca pude, e nunca vou poder. Só desejo que você não se perca pelo caminho, e que esse caminho seja o caminho para a felicidade, mesmo que não seja eu quem te espere no final. Mesmo que você não voe pra me encontrar. Mesmo que pra você não seja eu o resumo da felicidade.
E eu me pergunto se você realmente me amou o tanto quanto dizia, ou se você se enganava e me enganava.
Mas se você me amava mesmo, quando foi que você deixou de me amar? Eu contribui pra que isso acontecesse? Ou você simplesmente encontrou alguem melhor. Alguem que prometeu te amar mais do que eu te amo.
E se esse alguem não te amar tanto assim? E se ele te fizer sofrer como eu nunca fiz? Como eu nunca quis que você sofresse?
Eu vou querer matá-lo. Mas, quem sou eu?
Alguem que viveu por você. E morreu pra você.
E agora o que será de mim? O que eu faço agora com a minha vida genial? Será que um dia vou amar outro alguem da mesma forma que eu te amo? Me disseram que não, e eu sei que não vou.
O problema é que você sempre soube voar. E eu não posso te impedir de voar, nunca pude, e nunca vou poder. Só desejo que você não se perca pelo caminho, e que esse caminho seja o caminho para a felicidade, mesmo que não seja eu quem te espere no final. Mesmo que você não voe pra me encontrar. Mesmo que pra você não seja eu o resumo da felicidade.
Assinar:
Postagens (Atom)